Presidente-executivo da Apple apoia leis duras de privacidade de dados na Europa e EUA

Reportagem de Foo Yun Chee (Agência Reuters)

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Bruxelas (Reuters) (Alpha Test) – O presidente-executivo da Apple, Tim Cook, deve enfatizar o compromisso da fabricante do iPhone com a privacidade e apoiar leis duras nos dois lados do Atlântico para proteger o uso de dados, segundo comentários preparados para um evento em Bruxelas.

Questões sobre como os dados são usados ​​e como os consumidores podem proteger suas informações pessoais estão sob os holofotes, depois de violações maciças de privacidade de dados envolvendo milhões de usuários da internet e das mídias sociais na Europa e nos Estados Unidos.

Cook, o principal palestraste da Conferência Internacional dos Comissários de Proteção de Dados e Privacidade, na quarta-feira, será um dos vários executivos de empresas de tecnologia dos EUA a apresentar seus pontos de vista no evento.

Os presidentes-executivos do Facebook, Mark Zuckerberg, e do Google, da Alphabet, Sundar Pichai, também participaram da conferência por mensagens de vídeo.

A Apple vê a privacidade como um “direito humano fundamental”, dirá Cook. “Nunca alcançaremos o verdadeiro potencial da tecnologia sem a plena fé e confiança das pessoas que a utilizam”.

A Cook também endossou uma lei abrangente de privacidade federal nos Estados Unidos, a declaração mais forte da Apple até hoje.

Outras gigantes da tecnologia dos EUA, como a Amazon, Alphabet, Twitter, AT&T e Charter Communications disseram que apoiariam as novas regulamentações federais de privacidade.